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Carreira está mobilizada pela equiparação

05/03/2008 às 00:00

Carreira está mobilizada pela equiparação

            O segundo dia de mobilização na Controladoria-Geral da União (CGU) contou com grande participação dos servidores. As atividades foram conduzidas pelo presidente da UNACON, Fernando Antunes, que, durante o evento, ressaltou mais uma vez a necessidade de participação dos servidores no movimento. Antunes reafirmou que a mobilização não é feita só pelo sindicato, mas pela união e a colaboração da classe para cobrar o atendimento das suas reivindicações. Segundo o dirigente, esse é o momento da equiparação plena com o Fisco, e a categoria não pode deixar passar essa oportunidade. “O país nunca arrecadou tanto”, lembrou.             Os atos diários dos servidores da CGU e também da Secretaria do Tesouro Nacional continuam até o próximo dia 12 (quarta-feira), data da reunião entre governo e entidades do Ciclo de Gestão. O presidente da UNACON esclareceu aos servidores que, se nenhuma proposta for apresentada pelo governo na próxima semana, a categoria poderá adotar uma posição mais dura na luta pela equiparação salarial com o Fisco. De acordo com Antunes, as chances de sucesso no pleito são maiores se a categoria estiver empenhada. “Estamos unidos, e assim o resultado virá”, concluiu. Tesouro Nacional             Amanhã, 6, o presidente da entidade estará na STN, para participar da mobilização diária. Haverá carro de som em frente ao anexo do Ministério da Fazenda. Atendendo a um pedido dos servidores do Tesouro, a UNACON promoverá, na próxima segunda-feira (10), uma palestra sobre a remuneração por subsídio. O evento também será realizado na Controladoria-Geral da União, mas a data ainda não foi definida.  

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Entidades discutem ratificação de convenção da OIT

05/03/2008 às 00:00

Entidades discutem ratificação de convenção da OIT

            As entidades da Bancada Sindical que estuda negociação coletiva e resolução de conflitos no serviço público estiveram reunidas hoje, 5, no Hotel Aracoara, em Brasília, a convite do Sindireceita. A UNACON foi representada pela secretária-geral, Márcia Uchôa.             No encontro, os dirigentes discutiram a organização da marcha dos servidores, agendada para o dia 26 de março. Um grupo de entidades foi formado para organizar o movimento. Será produzido um material de divulgação, com objetivo de promover a valorização do servidor público.             A Convenção 151 da OIT – que garante aos servidores o direito à negociação coletiva – também foi tema da reunião. As entidades entraram em contato com a Casa Civil, para saber como foi feito o encaminhamento da mensagem do presidente da República ao Congresso Nacional, solicitando a ratificação do documento. A preocupação é em relação ao quorum de aprovação pelos parlamentares. O governo ainda não deu resposta.             Para acompanhar o processo de ratificação da convenção no Congresso, os dirigentes vão marcar reuniões com o líder do PT na Câmara, deputado Maurício Rands (PE), e com o vice-líder do partido deputado Vicentinho (SP). As entidades também querem se encontrar com o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, para avaliar o comprometimento do governo em relação ao assunto.

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Mobilização na CGU atrai muitos servidores

04/03/2008 às 00:00

Mobilização na CGU atrai muitos servidores

            Conforme ficou decidido em assembléia ontem (03), os servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) iniciaram hoje as mobilizações diárias que serão realizadas até o próximo encontro entre governo e entidades do Ciclo de Gestão, no dia 12 de março. O movimento teve início às 15h e se estendeu até as 16h em frente ao prédio do órgão.             O presidente da UNACON, Fernando Antunes, se mostrou satisfeito com o primeiro dia de mobilização da classe. “Mais uma vez a categoria mostrou seu desejo de ver atingida a equiparação com o Grupo Fisco. O governo não pode ignorar essa necessidade de reorganização das carreiras de Estado”, afirmou Antunes.             Para ocupar o tempo destinado à mobilização e atrair mais adeptos à causa, vários associados solicitaram à presidência do sindicato que, durante esse período, sejam realizadas atividades culturais, palestras e sorteios de brindes entre os associados. Fernando Antunes prometeu analisar as sugestões. STN             Na Secretaria do Tesouro Nacional, os servidores deram continuidade às mobilizações diárias. A secretária-geral da UNACON, Márcia Uchôa, participou do movimento, passando de sala em sala, em uma ação de convencimento.            A comissão de representantes dos servidores do Tesouro informou que esteve reunida com o secretário-adjunto Líscio Camargo para solicitar uma audiência com o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. De acordo com a comissão, Líscio Camargo destacou a importância de o movimento dos servidores andar junto com as ações do sindicato.            Durante a mobilização, os servidores solicitaram à UNACON a realização de uma palestra explicando o que é remuneração por subsídio. A direção da entidade está analisando a viabilidade de promover o evento.             O diretor de Comunicação e Informática do Sindireceita, Augusto da Costa Corôa esteve na STN e declarou apoio ao movimento.             Ciclo             As entidades do Ciclo de Gestão se reuniram hoje, no início da tarde, na sede da Associação Nacional dos Servidores da Carreira Orçamento (Assecor), para discutir as estratégias de mobilização que estão sendo adotadas pelas carreiras. A Assecor e a Associação dos Servidores da SUSEP (Assup) estão realizando mobilizações diárias. A Associação dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (Anesp) emitiu um comunicado aos associados, com orientações para que eles participem dos atos realizados em seus locais de trabalho. O Sindicato Nacional dos Servidores da CVM (SindCVM) e a Associação dos Analistas de Comércio Exterior (AACE) iriam se reunir hoje para discutir o encaminhamento de mobilização. A Associação dos Servidores do Ipea (Afipea) decidiu esperar o resultado da reunião do governo com o Ciclo de Gestão no dia 12 de março para, então, definir os rumos a serem tomados.   Entidades do Ciclo de Gestão se reúnem para avaliar mobilizações/ foto: Natália Lambert

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Fernando Antunes defende reajuste em entrevista à Rádio Nacional

03/03/2008 às 00:00

Fernando Antunes defende reajuste em entrevista à Rádio Nacional

            O presidente da UNACON, Fernando Antunes, concedeu hoje (3) entrevista ao programa Revista Brasil, veiculado na Rádio Nacional AM (980 KHz), pela manhã. O dirigente conversou com o comunicador Walter Lima sobre a mobilização dos servidores da Secretaria do Tesouro Nacional, que estão se reunindo diariamente, durante uma hora, até o dia 12 de março – data da próxima reunião entre governo e entidades do Ciclo de Gestão. Durante a entrevista, Antunes falou sobre a luta da carreira pela equiparação com o Fisco e também sobre o importante papel desempenhado tanto pelos servidores da STN quanto pelos analistas e técnicos que atuam na Controladoria-Geral da União. Confira, abaixo, a íntegra da entrevista:   Walter Lima – Qual o principal motivo que vem levando os servidores da Secretaria do Tesouro Nacional a realizar essa série de paralisações? Fernando Antunes – Inicialmente, eu gostaria de agradecer esse espaço privilegiado para que nós pudéssemos explicar à população brasileira o que está acontecendo no serviço público federal como um todo, em especial na Secretaria do Tesouro Nacional. A UNACON representa os servidores da STN e também da Controladoria-Geral da União, aquele órgão que faz a fiscalização nas auditorias dos municípios. Na realidade, a UNACON está em uma luta para que os servidores da STN e da CGU possam ter um tratamento remuneratório idêntico aos servidores da Receita Federal. Hoje nós temos um tratamento remuneratório muito próximo ao da Receita Federal. Porém, com a queda da CPMF, existe uma disputa orçamentária legítima e, nesse momento, o governo federal envia sinais de que pretende fazer correções salariais em algumas categorias e deixar outras mais para frente. O problema é que, a cada concurso para essas carreiras da Receita, nós, da STN e da CGU, perdemos muitos servidores. Com isso, o trabalho do Tesouro Nacional no que diz respeito a toda a estrutura financeira do Brasil fica prejudicado. O Brasil está sólido financeiramente com grande esforço dos servidores da STN. É claro que existe toda uma estrutura política, todo um desenho macroeconômico, mas é preciso ter uma máquina pública eficiente para dar sustentação a isso. E aí o Tesouro Nacional tem um papel preponderante nesse processo de estabilização da economia brasileira.   W.L. – Qual é o tamanho da categoria? F.A. – No Tesouro Nacional, hoje existem perto de 900 servidores. Na Controladoria-Geral da União, perto de 2 mil servidores ativos. Incluindo os aposentados, o total pula para 5 mil servidores, portanto, é uma categoria pequena.   W.L. – O número é suficiente para poder exercer as funções? F.A. – De forma alguma. A luta por concurso público tem sido uma constante nas negociações da UNACON com o governo federal. Para você ter uma idéia, lá no Tesouro Nacional, é difícil ter uma escala de férias que compatibilize os servidores que têm filhos na escola, por conta da alta carga de trabalho. Na CGU, a mesma coisa. Além disso, cada vez é crescente o número de demandas que são criadas para o Tesouro Nacional dar conta. O Tesouro Nacional lida com a dívida pública brasileira, com o monitoramento das finanças de estados e municípios. Todo o processo de aval que a União tem de fazer é avaliado pelo Tesouro Nacional. Enfim, são ‘n’ atividades, todas relacionadas com a sustentabilidade da economia brasileira.   W.L. – Quando foi o último concurso para essa carreira? F.A. – Foi há dois anos. Na realidade, são poucas vagas. Existe a expectativa de abertura de um edital novamente para este ano, mas com a queda da CPMF, tudo isso está sendo revisto. As nossas paralisações são de uma hora por dia. Qual o transtorno disso? Entre as tarefas do Tesouro Nacional, está a liberação do dinheiro para os Ministérios. A nossa intenção não é asfixiar. É apenas mostrar aos ministros de Estado e ao presidente Lula que eles devem olhar para o Tesouro Nacional com um pouco mais de atenção. Do jeito que as coisas estão indo, corremos o risco de 2008 passar, e o Tesouro não ser contemplado com o reajuste necessário para manter suas atividades. Os servidores do Tesouro passam em concursos públicos, por meio de uma prova muito difícil. São mais de 12 disciplinas, que vão da economia à estatística, direito tributário, direito constitucional. É um concurso bastante seletivo. Outras carreiras também têm essa exigência, mas isso é muito evidente para os servidores do Tesouro e da Controladoria-Geral da União. Então, a UNACON fez uma assembléia e pediu aos colegas que fizéssemos esse trabalho de paralisação de uma hora por dia. Todos os dias, de 15h às 16h, nós estamos suspendendo os trabalhos, estamos fazendo uma concentração no hall do prédio do Ministério da Fazenda, e em seguida, retornamos ao trabalho. É para mostrar claramente que o nosso espírito é um alerta para que as condições de trabalho no Tesouro e na CGU sejam aprimoradas, porque quem ganha com isso é a sociedade brasileira.   W.L. – Nesse contexto do concurso, de que forma a carreira consegue atrair as partes interessadas? Quanto ganha um servidor dessa categoria? F.A. – Vamos falar de estrutura salarial no serviço público federal. Nós temos no Brasil salários muito baixos. Mas também temos, nos poderes Legislativo e no Judiciário, salários bem expressivos. Nós, do Tesouro Nacional, temos hoje um salário inicial de R$ 8.200,00. É um salário muito alto para o Brasil, eu reconheço isso. Não estou aqui dizendo o contrário. No entanto, dentro do Estado brasileiro, existem outras carreiras que têm um salário inicial maior do que o nosso. Então, o colega faz concurso para o Tesouro Nacional e passa. Aí, imediatamente abre concurso para outras carreiras do Executivo, com salários acima do nosso. Ele faz o outro concurso e sai. Ou seja, a rotatividade dos servidores na classe inicial é muito alta. O que nós estamos propondo? A UNACON tem uma preocupação muito grande com o Estado. Nós estamos propondo na Mesa de Negociação uma reorganização do Estado a partir dessas carreiras já estruturadas, com salários próximos a isso. Também há colegas servidores públicos com salários bem menores que os nossos, e aí, nós lutamos para que o Estado brasileiro possa ter uma política salarial que, de fato, tenha médicos bem remunerados, professores bem remunerados, e a estrutura burocrática do Estado da área de finanças também bem remunerada. Quando a UNACON está nessa luta, não é para ganhar um salário ainda maior. Nós queremos que os colegas que fazem concurso para o Tesouro Nacional e para a CGU possam permanecer. Dentro da reorganização do Estado brasileiro, o nosso salário está entre os maiores, mas ainda sofre muito poder de atração de outras carreiras.   W.L. – E qual seria o salário ideal para a carreira? F.A. – Nós não temos um número objetivo. Nós queremos que os salários dessas carreiras de Estado sejam salários compatíveis, para evitar o que a gente chama de canibalização. Não adianta a UNACON defender um salário muito expressivo acima disso. O que a UNACON propõe não é apenas que os salários sejam elevados. A UNACON propõe que as carreiras do Estado sejam mais bem estruturadas e que evitem a canibalização. Os servidores das carreiras jurídicas, que também são carreiras de Estado, os servidores da área fiscal, e os colegas das carreiras de gestão – caso do Tesouro Nacional e da CGU – têm salários próximos, mas com diferença em torno de R$ 1.500 e R$ 2.000. Lutamos para que os nossos salários sejam igualados, muito mais por conta de uma política de estrutura salarial do que por uma questão meramente de recomposição de salários.   W.L. – A princípio, a categoria pretende, caso não seja atendida em suas reivindicações, partir para uma outra estratégia que não seja a de paralisação diária? F.A. – Nossa causa é uma causa justa, e os dirigentes do Ministério da Fazenda, do Ministério do Planejamento e da Casa Civil reconhecem isso. Eles argumentam apenas a dificuldade nesse momento de fazer uma composição para que essas correções que nós pleiteamos sejam atendidas. Então, esse nosso processo de paralisação de uma hora está marcado até o próximo dia 12 de março, quando haverá uma nova rodada de negociação. A partir da resposta que o governo der às nossas reivindicações – que não têm a ver só com reorganização de salários, mas com novos concursos, com qualificação e treinamento –, nós estabeleceremos uma nova linha de ação.   W.L. – O senhor já nos pontuou quais são as atividades desenvolvidas pelos servidores do Tesouro Nacional. É preciso muito conhecimento para desempenhar essas funções, não é? F.A. – De fato, o servidor do Tesouro Nacional e da CGU lida com assuntos muito importantes. O Siafi, por exemplo. Todo mundo no Brasil já ouviu falar no Siafi, o Sistema de Administração Financeira, aquele sistema onde estão registrados todos os gastos e todas as receitas do Brasil. Quem gerencia o Siafi é o Tesouro Nacional, e quem audita as despesas que o Siafi registra são os servidores da Controladoria-Geral da União. Todo o sistema de contabilidade da União é também gerenciado pelo Tesouro Nacional. Então, o Tesouro Nacional é um órgão pouco lembrado, mas efetivamente muito importante para que o serviço público seja eficiente e para que o gasto público seja racionalizado. Se hoje nós temos no Brasil tantos ralos no gasto público brasileiro, o Tesouro faz o primeiro combate, evitando que o dinheiro seja liberado apenas do jeito que o Ministério pede. É preciso justificar, negociar com o Tesouro Nacional para que haja liberação. E, em seguida, depois da liberação, entram os servidores da Controladoria-Geral da União para fazer a auditoria, a fiscalização. Então, a carreira que a UNACON representa é uma carreira de bastante importância, e eu me sinto muito orgulhoso de representar meus colegas nesse trabalho que eles fazem em defesa do serviço público brasileiro, em defesa da Administração Pública no Brasil.   W.L. – Só a título de curiosidade, como é quando chega para o Tesouro Nacional um estudo de avaliação para ver se o governo pode conceder ou não aumento para os servidores do Tesouro Nacional? F.A. – Quem decide quanto os servidores do Tesouro Nacional irão ganhar não é o próprio Tesouro. É a Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento. O processo na Administração Pública tem várias ‘caixas’. Quem cuida do salário do servidor público é a Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento. Depois que eles fazem a negociação, eles informam para o Tesouro quanto vão precisar para atender a folha de pessoal. Aí, o Tesouro vai fazer as contas para saber se, de fato, aquilo que foi negociado lá é compatível com as receitas do país.   W.L. – De todo jeito, passa por vocês? F.A. – Sim, mas em um pacote global, e não apenas o nosso especificamente. Nós não estamos brigando para dentro de casa. Nossa intenção é que o poder público tenha uma política salarial para as carreiras de Estado, para os servidores da área da seguridade, da educação, dos militares. Enfim, a nossa visão é uma visão de Estado brasileiro.  

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Novas regras de consignação são divulgadas

03/03/2008 às 00:00

Novas regras de consignação são divulgadas

Definições As consignações são os descontos realizados diretamente na folha dos servidores públicos federais. São consignações: empréstimos, descontos de mensalidades de sindicatos, associações, cooperativas, planos de saúde, seguros, pensão alimentícia, entre outros. Podem ser: Compulsórias: desconto incidente sobre a remuneração do servidor, efetuado por força de lei ou mandado judicial, Facultativas: desconto incidente sobre a remuneração do servidor, mediante sua autorização prévia e formal, e anuência da administração pública federal. Existem hoje na administração pública federal 258 órgãos com cerca de 1.000 unidades de Recursos Humanos e 1,3 milhão de servidores públicos do Poder Executivo. O SIAPE registra 1.083 entidades autorizadas a realizar operações de consignação na folha de pessoal do servidor civil do Poder Executivo.Em 2007, a Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento promoveu um recadastramento de consignatárias que levou à retirada de 260 consignatárias do sistema por irregularidades ou por não apresentarem os documentos exigidos na Portaria Normativa nº 1/ para continuar operando. A movimentação média de consignações é de cerca de R$ 400 milhões/mês. Balanço anual das consignações Ano 2005 2006 2007 Entidades Cadastradas 1.280 1.360 1.083 Impacto total das consignações na Folha 3,3 bilhões R$ 4,3 bilhões 5,2 bilhões Impacto de operações de empréstimo 1,8 bilhões R$ 2,5 bilhões R$ 3,3 bilhões Número de operações de consignação 18,4 milhões 25,2 milhões 36,1 milhões Operações de consignação definidas permitidas por entidades Decreto 4.961/06 Empréstimo Bancos oficiais, entidades de previdência que opere com plano de pecúlio, saúde, seguro de vida, renda mensal, previdência complementar e empréstimo e cooperativas. Planos de Saúde Entidades de Previdência e operadoras de plano de saúde. Previdência e Seguro de vida Entidades de Previdência. Novo Decreto Empréstimo Bancos oficiais, bancos privados, entidades de previdência, que operam apenas com planos de previdência e cooperativas de crédito. Planos de Saúde Operadoras de plano de saúde. Previdência Entidades de Previdência. Seguro de Vida Seguradoras. O que muda nas regras de consignação para o servidor público federal   Decreto 4.961 de 2004 Novo Decreto Bancos oficiais, entidades de previdência que opere com plano de pecúlio, saúde, seguro de vida, renda mensal, previdência complementar e empréstimo e cooperativas podem conceder empréstimo consignado. Apenas Bancos oficiais, bancos privados, caixas econômicas, cooperativas de crédito e entidades de previdência poderão conceder empréstimo consignado. O limite de parcelas era de 60 meses e estava previsto em acordo firmado entre o MP e os bancos oficiais. O limite de 60 parcelas (5 anos) está estabelecido no próprio decreto. As taxas de juros e TAC – Taxa de Abertura de Crédito estavam acordadas em convênio firmado com os bancos oficiais. O Decreto determina que se publique ato com o teto dos juros que poderão ser praticados. Não existe divulgação da taxa de juros de empréstimo por parte das consignatárias. As consignatárias ficam obrigadas a publicar em seu sítio, até o fim de cada mês, informações referentes às taxas máximas de juros e encargos que serão praticados, no mês subseqüente, nas operações de consignação de empréstimo pessoal. Para o cadastramento a exigência era de que a consignatária estivesse no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (SICAF). Com o Decreto para se cadastrar ou recadastrar apenas associações constituídas exclusivamente por servidores, que possuam no mínimo 2 anos de existência, e 700 associados, ou que contem no quadro de pessoal com 90% de servidores de uma determinada categoria ou carreira poderão descontar suas mensalidades em folha. O decreto não previa o recadastramento das consignatárias. O Recadastramento está previsto na portaria Normativa 01/06 que estipulava um prazo em que todas deveriam apresentar documentos para o recadastramento. Recadastramento anual das consignatárias após 12 meses contados da data do último cadastramento. O Decreto não exigia que os sindicatos e associações fossem compostos exclusivamente por servidores públicos federais, medida que passou a ser exigida no recadastramento. Todos os sindicatos e associações devem ser constituídos apenas servidores públicos para poderem consignar. Apenas mensalidades de planos de saúde podiam ser consignadas. Mensalidades e co-participação (parcela paga pelo servidor para utilização dos serviços de saúde) poderão ser consignados. Margem total de 70%, sendo de no máximo 30% para as consignações facultativas. Permanece a margem total de 70%, sendo de no máximo 30% para as consignações facultativas..   Redefinição das consignações facultativas Decreto 4.961, de 2004 Novo Decreto Mensalidades entidades de classe, associações e clubes de servidores. Continua a ser facultativa. Mensalidade de cooperativas instituída pela Lei 5.794/71. Continua a ser facultativa – Determina que as entidades devem possuir apenas associados que sejam servidores públicos federais. Contribuição para planos de saúde. Passa a ser facultativa. Além disso, o servidor poderá consignar também a co-participação paga aos planos de saúde (parcela paga pelo servidor para utilização dos serviços de saúde). Contribuição para a Lei Complementar nº 109, de 2001 (entidade fechada ou aberta de previdência privada) que envolve planos de pecúlio, saúde, seguro de vida, renda mensal e previdência complementar, bem como com seguradora/planos de seguro de vida e renda mensal. Continua a ser facultativa. Contribuição de seguro de vida coberto por entidade fechada ou aberta de previdência privada, planos de pecúlio, saúde, seguro de vida, renda mensal e previdência complementar-seguradora, planos de seguro de vida e renda mensal. Continua a ser facultativa – mas para as consignações de seguro de vida originária de empresas de seguro. Prestação imóvel residencial. Continua a ser facultativa – mas foi incluída no rol de empréstimos e financiamentos concedidos apenas por entidades bancárias ou caixas econômicas. Amortização de empréstimo ou financiamento concedido por entidade fechada ou aberta de previdência privada, que opere com plano de pecúlio, saúde, seguro de vida, renda mensal, previdência complementar e empréstimo, cooperativa constituída de acordo com a Lei nº 5.764/71 destinada a atender o servidor público federal. Continua a ser facultativa. Pensão alimentícia voluntária. Continua a ser facultativa. Penalidades previstas às consignatárias no Novo Decreto No caso de desconto indevido, o decreto prevê que a consignatária terá três dias para comprovar a regularidade do desconto. Os descontos que forem considerados indevidos após apuração deverão ser devolvidos, integralmente, em 30 dias, contados da constatação da irregularidade. O consignatário poderá ser descredenciado quando ceder rubricas de consignação, permitir que terceiros façam operações de consignação no SIAPE, ser reincidente na desativação temporária, ou não regularize, em seis meses, a situação que provocou a desativação. A inabilitação permanente pode acontecer, segundo o decreto, caso haja comprovação de fraude ou simulação lesivas ao servidor e à Administração, em caso de reincidência de práticas que provoquem descredenciamento, ou caso as taxas de juros e encargos sejam diferentes do informado a SRH. O servidor também poderá ficar impedido de fazer novas consignações por até cinco anos, caso seja comprovado prática de irregularidades relativas ao sistema de consignações. O período para adequação às normas do decreto é de 180 dias e os consignatários que não firmarem convênio com o Ministério do Planejamento até o encerramento desse prazo serão excluídos do SIAPE e ficarão impedidos de realizar novas operações de consignação.

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CGU inicia mobilização amanhã

03/03/2008 às 00:00

CGU inicia mobilização amanhã

Os servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) decidiram, em assembléia realizada hoje (03) à tarde, aderir às mobilizações diárias de uma hora até o dia 12 de março – data da reunião do governo com as entidades do Ciclo de Gestão. O movimento terá início amanhã às 15h, mesmo horário em que a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e outras entidades têm se mobilizado nos últimos dias. O presidente da UNACON, Fernando Antunes, e a secretária-geral da entidade, Márcia Uchôa, estiveram reunidos com os servidores da CGU para apresentar os resultados da reunião do governo com o Ciclo de Gestão, realizada no dia 27 de fevereiro, e discutir a mobilização da classe. Outra assembléia já havia ocorrido na CGU no dia 28 de fevereiro, mas como chovia e o auditório não estava disponível, poucos funcionários estiveram presentes. Sobre a reunião na semana passada com o governo, Antunes informou que o dia 31 de março foi estabelecido como data limite para as negociações e alertou os servidores para as dificuldades envolvidas em uma negociação como essa. "É um processo complexo, não é simples", disse. O presidente da entidade ressaltou a importância da participação efetiva nas mobilizações e o efeito que ela pode causar na negociação com o governo. "A categoria é que faz o movimento", alertou. Os servidores foram informados de que, a cada semana, dirigentes regionais da UNACON estão sendo convidados para vir a Brasília verificar o andamento das questões e repassar as informações em seus respectivos estados. Para demonstrar ao governo que a classe está unida na busca pela equiparação com o Fisco, as regionais irão propor formas de mobilização em todo o país. Ciclo de Gestão Em assembléia realizada hoje, a Associação dos Servidores da SUSEP (Assup)decidiu, por unanimidade, pela mobilização dos servidores até o dia 12 de março. Amanhã (04) às 10h30, o Sindicato Nacional dos Servidores da CVM (SindCVM) realizará uma assembléia com o objetivo de tomar a mesma direção das outras entidades que compõe o Ciclo de Gestão. Servidores votam pela mobilização diária a partir de amanhã

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Últimas vagas para excursão a Portugal

29/02/2008 às 00:00

Últimas vagas para excursão a Portugal

            Associados à UNACON interessados em participar da excursão para Portugal ainda têm chance de garantir um lugar. Para preencher as últimas vagas do pacote oferecido pelo projeto Viva Vida, o prazo para reservas será estendido até o dia 6 de março, próxima quinta-feira.             A viagem será realizada entre os dias 12 e 22 de junho. O pacote dará direito a nove noites de hospedagem no Hotel Príncipe Lisboa (www.princelisboahotel.com); passagem aérea pela companhia TAP (vôo direto de Brasília a Lisboa); transfer aeroporto/hotel/aeroporto; city tour em Lisboa, com almoço incluído; viagem de um dia a Fátima, passando por Óbidos, Nazaré e Batalha, com almoço em Nazaré; tour by night em Lisboa, com jantar na Casa de Fados e Folclore; seguro e bolsa de viagem; e transporte em ônibus privado, com ar condicionado, com assistência de guia. Poderão participar do grupo associados e pessoas indicadas pelos associados. O valor da excursão varia de 6 X R$ 608,62 a 6 X R$ 749,95 (mais taxa de embarque e seguro de R$ 286,00), dependendo do tipo de acomodação. Esses preços são referentes à saída de Brasília. Interessados em partir de outras cidades devem solicitar orçamento à entidade. Para fazer a reserva, o associado tem de entrar em contato com a UNACON Nacional, na sede da entidade (CLN 110 Bloco C subsolo – fone 61-2107.5000) ou nos postos de atendimento na CGU (61-3226.5702) e na STN (61-8153.8068). A realização da viagem está condicionada à formação de um grupo de 30 pessoas.

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Servidores da STN iniciam mobilização

29/02/2008 às 00:00

Servidores da STN iniciam mobilização

            Hoje (29) foi o primeiro dia de mobilização dos servidores da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). O movimento teve início no hall de entrada do anexo do Ministério da Fazenda às 15h e terminou às 16h. Como foi definido em assembléia, os servidores vão se reunir todos os dias até o próximo encontro do Ciclo de Gestão com o governo, agendado para o dia 12 de março, às 20h.             Com o intuito de agregar mais colegas, os servidores passaram nas salas em uma “ação de convencimento” para mostrar a importância do ato para a classe. Ao ver a movimentação, muitos funcionários responderam ao chamado e se juntaram aos demais.  A secretária-geral da UNACON, Márcia Uchôa, estava presente e parabenizou os servidores por estarem cumprindo o que foi acordado na assembléia e por estarem conscientes da importância da adesão à campanha salarial. “Foi bonito. Valeu a pena”, avaliou.    Ciclo de Gestão             Outras entidades do Ciclo de Gestão vão promover assembléias na próxima semana para apresentar a proposta de mobilização para as bases. A Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (ANESP) e a Associação dos Servidores da Susep (ASSUP) realizarão os encontros na próxima segunda-feira, 3 de março. Na terça-feira (04), será a vez de o Sindicato Nacional dos Servidores da CVM (SindCVM) consultar a categoria.               Os integrantes da carreira Orçamento já definiram ações de mobilização. Após assembléia realizada ontem (28) pela Associação Nacional dos Servidores da Carreira Orçamento (Assecor), os servidores decidiram começar os atos diários na próxima segunda-feira.  

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