Facebook Youtube Flickr
Notícias
Mobilização nos estados mostra união da carreira - ATUALIZADA

27/02/2008 às 00:00

Mobilização nos estados mostra união da carreira - ATUALIZADA

            Horas antes da reunião entre governo e as entidades do Ciclo de Gestão, os integrantes da carreira Finanças e Controle demonstraram disposição para lutar pela equiparação salarial com as carreiras do Fisco. Em mobilizações pelo país, os servidores sinalizaram que têm força para reagir, caso o governo não atenda o pleito da categoria.             A movimentação começou cedo. Em Brasília, os dirigentes da UNACON se reuniram com os servidores da Controladoria-Geral da União às 9h. No Pará, em assembléia realizada às 9h30, os servidores votaram propostas para a campanha salarial, como o combate à defasagem salarial do cargo TFC e a convocação imediata da Câmara de Mobilização da entidade, para coordenar ações em todo o país.             Em Minas Gerais, os servidores se reuniram às 10h. Os participantes discutiram a possibilidade de deflagrar greve e avaliaram que uma medida como essa só pode ser tomada em acordo com outras regionais e com o apoio da Direção Nacional.             No estado do Amazonas, servidores participaram de conversas com dirigentes da entidade e declararam apoio ao movimento de vigília promovido pelas regionais. No Paraná, o tema da reunião com os servidores foi a reabertura das negociações salariais. O grupo se declarou coeso nesta e nas próximas etapas da negociação, caso seja necessário. Em Santa Catarina, a mobilização foi realizada na CGU, das 16h às 17h.             Os servidores do Rio Grande do Sul haviam se reunido na última segunda-feira (25), momento em que reafirmaram a disposição de lutar pela equiparação com o Fisco. De acordo com o presidente da regional gaúcha, Rudinei Marques, os integrantes da carreira no estado estão atentos à reunião de hoje e dispostos a se mobilizar a qualquer momento.   Em Alagoas, os servidores se reuniram às 14h. Durante uma hora, discutiram diversos assuntos, como a Lei Orgânica da CGU, o fim da curva forçada e a necessidade de incentivo a pós-graduação e cursos relacionados à carreira, além de uma possível pauta de mobilização, dependendo dos resultados da reunião.   No Ceará, a mobilização foi realizada às 15h. Após discutir a campanha salarial, os servidores sugeriram que fossem levados para a mesa de negociação dados concretos sobre a evasão na carreira e também dados relativos à economicidade decorrente da atuação da CGU.    Os servidores de Pernambuco se reuniram às 10h e produziram um manifesto em favor da equiparação salarial com as carreiras do Fisco. Segundo o documento, os analistas e técnicos de Finanças e Controle esperam que o governo atribua às carreiras do Ciclo de Gestão a importância devida. “É inadmissível sermos tratados como sendo de segunda categoria relativamente aos servidores da Receita Federal (...) Tão ou mais importante que arrecadar é assegurar a boa e regular aplicação dos recursos públicos. É evidente que de nada adianta arrecadar se estes recursos vão sumir no ralo do desperdício e/ou na corrupção pura e simples”, diz o manifesto.              STN             Às 16h, os dirigentes da UNACON foram à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), em Brasília. Para mostrar ao governo a preocupação da classe com a negociação salarial, os servidores ficaram em vigília hoje no hall de entrada do prédio. Na busca por 100% de equiparação com o Fisco, os analistas e técnicos da STN esperam um resultado positivo da reunião do Ciclo de Gestão com o governo, marcada para as 19h de hoje. Dispostos a mostrar para o governo que a classe está organizada, os servidores elegeram uma comissão de representantes com o objetivo de se mobilizar internamente, criar um canal transmissor de informações, e valorizar a carreira. Estiveram presentes à reunião a secretária-geral da UNACON, Márcia Uchôa, o diretor de Atendimento aos Associados, George Santana, e o presidente da UNACON Regio do Rio Grande do Sul, Rudinei Marques. A secretária-geral declarou que existe uma grande possibilidade de ser apresentada uma proposta pelo governo hoje, e a vigília terá um papel de suma importância nessa negociação. "Conseguimos mostrar para a casa que os servidores estão juntos e que a qualquer momento poderão tomar uma decisão mais forte", disse. O presidente da regional do Rio Grande do Sul reforçou o pleito da categoria. "Estamos em luta centrada e firmados para que o governo saiba que não aceitamos nada menos do que a equiparação plena", afirmou Rudinei Marques.  O diretor George Santana comparou a negociação a um jogo e afirmou que o fim está próximo. "Estamos em jogo de xadrez e ganha quem souber movimentar as peças da melhor forma possível.", concluiu.   Servidores se reúnem na STN, em Brasília   Vigília em Minas Gerais   Mobilização no estado do Paraná   Servidores reunidos no Rio Grande do Sul, na segunda-feira (25)   Servidores de Alagoas discutem temas relativos à carreira   Reunião no Ceará   Servidores de Pernambuco produzem manifesto   Vigília em Santa Catarina                                                                                                                           foto: Carlão Limeira Servidores do RJ também se mobilizam

Governo define 31 de março como data limite para fim de negociação

27/02/2008 às 00:00

Governo define 31 de março como data limite para fim de negociação

                          O governo estabeleceu um prazo para o encerramento da negociação salarial com as entidades que compõem o Ciclo de Gestão: 31 de março.  O anúncio foi feito na reunião entre a Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento e os dirigentes do Ciclo na noite de hoje, 27 de fevereiro. A UNACON foi representada pelo presidente nacional da entidade, Fernando Antunes, e pela secretária-geral Márcia Uchôa. O presidente da regional da no Rio Grande do Sul, Rudinei Marques, também participou do encontro.                 As entidades cobraram do governo respostas para a pauta apresentada no dia 20 de fevereiro, em carta enviada ao secretário de Recursos Humanos Duvanier Ferreira: reajuste dos valores dos salários e transformação da remuneração atual em subsídio; definição de calendário para aplicação do reajuste salarial, de tal forma que seja implantado em consonância com o calendário das carreiras do Fisco; e reorganização do cargo de técnico.                 De acordo com o diretor do Departamento de Relações do Trabalho, Nelson Freitas – que conduziu a reunião -, a extensão das negociações se deve ao fato de que o governo precisa definir, internamente, pontos importantes relativos às carreiras do Ciclo de Gestão. “Estamos restabelecendo parâmetros para avançar na negociação”, afirmou. Esses parâmetros englobam assuntos financeiros (tabela salarial e calendário de implementação desta tabela) e gerenciais (avaliação de desempenho e reorganização do cargo de técnico). O governo realizará reunião interna na próxima semana. Uma nova reunião entre os dirigentes do Ciclo de Gestão e o governo foi marcada para o dia 12 de março.                 O presidente da UNACON, Fernando Antunes, considera que a reunião de hoje foi pouco produtiva. No entanto, Antunes destacou que o quadro de negociações não se alterou, porque os servidores da área tributária – apesar de terem recebido linhas gerais de uma proposta – ainda não têm uma definição concreta, assim como os servidores da carreira Finanças e Controle.                 Assembléias                 Os analistas e técnicos de Finanças e Controle da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) se reunirão amanhã com os dirigentes da UNACON. Na STN, a plenária será às 10h, no hall de entrada do prédio do Tesouro. Na CGU, a assembléia está marcada para as 16h30, no auditório localizado no térreo do órgão. "Os servidores da CGU e da STN sabem a importância da negociação, mas também saberão agir para defender seus interesses", encerrou Fernando Antunes.

Leia mais

Exposição lembra 85 anos da morte de Rui Barbosa

26/02/2008 às 00:00

Exposição lembra 85 anos da morte de Rui Barbosa

A UNACON e a Fundação Casa de Rui Barbosa organizam, entre os dias 27 de fevereiro e 1º de março, a Exposição “85 anos sem Rui Barbosa”, evento que lembra o octogésimo quinto ano da morte de um dos mais eminentes políticos brasileiros. Para marcar a data, a exposição traz a Brasília um acervo composto por cerca de 200 obras, entre livros de autoria do próprio Rui e de outros autores que escrevem sobre a vida e o trabalho da Águia de Haia.             O conjunto é composto por livros novos e antigos – a primeira parte disponibilizada pela Fundação Casa de Rui Barbosa, e o restante proveniente de um acervo adquirido pela livraria Admirável Livro Raro. A exposição possui diversas obras do final do século XIX e início do século XX, entre elas algumas raridades como “Amnistia Inversa – Caso de Teratologia Jurídica”, de autoria do próprio Rui Barbosa, uma segunda edição publicada em 1896. Destaca-se também “Discursos (1890-1896)”, publicado em 1897. De outros autores, há “Ruy”, de Michel Simon (1949), um dos jornalistas que ajudaram a criar o apelido “Águia de Haia” durante a Convenção sobre a Resolução Pacífica de Controvérsias Internacionais em 1907. Outra obra que merece destaque é a do advogado Clodomir Cardoso, “Ruy Barbosa – A sua integridade moral e a unidade de sua obra”, de 1927. Essas e muitas outras obras estarão disponíveis para apreciação na livraria Admirável Livro Raro, das 9h às 20h, no endereço SHCN 406 - Bloco B - Loja 34 - Subsolo. A entrada é gratuita.   Serviço Exposição “85 anos sem Rui Barbosa” Período: de 27 de fevereiro a 1º de março de 2008 Local: Livraria Admirável Livro Raro Endereço: SHCN 406 - Bloco B - Loja 34 - Subsolo Horário: das 9:00 às 20:00 horas Entrada Gratuita.

Leia mais

Servidores se mobilizam pela equiparação com o Fisco - EDITADA

26/02/2008 às 00:00

Servidores se mobilizam pela equiparação com o Fisco - EDITADA

            Os analistas e técnicos de Finanças e Controle promoverão amanhã (27), em diversas capitais do país, vigília em favor do reajuste salarial. O objetivo do movimento é demonstrar união da carreira em favor do pleito da categoria – equiparação salarial com os servidores do Fisco – e sinalizar que, a qualquer momento, os servidores podem se mobilizar para lutar por isso. A vigília será realizada no mesmo dia em que o governo recebe os dirigentes do Ciclo de Gestão. A reunião será no Ministério do Planejamento, a partir das 19h. Programação             Em Brasília, a UNACON está convocando os servidores da CGU para uma reunião no auditório, a partir das 9h. Estarão presentes a secretária-geral da entidade, Márcia Uchôa, o diretor de Atendimento aos Associados, George Santana, e o presidente da regional do Rio Grande do Sul, Rudinei Marques. Na STN, a mobilização será realizada às 16h, no hall do anexo do Ministério da Fazenda, onde os servidores ficarão em vigília. No estado do Pará, haverá uma reunião dos servidores entre 9h30 e 10h30. Em São Paulo, o encontro será das 13h30 às 14h30, na Sala de Convivência da CGU no estado.             No Rio Grande do Sul, os associados à UNACON se reuniram ontem, 25, e reafirmaram a disposição de lutar pela equiparação com o Fisco. De acordo com Rudinei Marques, os servidores esperam uma proposta concreta do governo na reunião de amanhã. “O governo tem sido contraditório em sua disposição de fortalecer o controle dos gastos públicos e combater a corrupção. Ao mesmo tempo em que adota um discurso de transparência e austeridade, permite a evasão de profissionais qualificados que migram para outras carreiras em busca de remuneração e condições de trabalho mais atrativas”, afirmou o presidente da regional. Resultados             Para comunicar os resultados da reunião aos integrantes da carreira, a UNACON realizará assembléias na quinta-feira, dia 28. Em Brasília, os dirigentes da entidade se encontrarão com os servidores da STN às 10h. Na CGU, a plenária está agendada para as 16h, no auditório.

Leia mais

Servidores dão voto de confiança ao governo

25/02/2008 às 00:00

Servidores dão voto de confiança ao governo

Depois de dois dias reunidos em plenária nacional, no Conic, 180 delegados sindicais na Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) aprovaram por consenso a realização de uma marcha a Brasília no dia 26 de março e, pelo menos por enquanto, descartaram submeter às assembléias estaduais qualquer indicativo de greve. O gesto foi interpretado pelas alas mais moderadas da entidade como uma espécie de voto de confiança ao governo. No decorrer do próximo mês, os representantes dos servidores terão uma série de reuniões com o Ministério do Planejamento para ajustar o calendário de reajustes acertado em 2007. Cerca de 30 categorias aguardam aumentos salariais neste ano. Com o Orçamento aprovado, a Condsef acredita que terá melhores condições de exigir o cumprimento dos acordos e promessas firmados até dezembro do ano passado. Nesses encontros com técnicos do governo, as lideranças sindicais vão solicitar uma suplementação orçamentária como forma de ampliar a reserva de recursos feita pelo Congresso Nacional para bancar correções salariais. Josemilton Costa, secretário-geral da Condsef, estima que, além dos R$ 3,4 bilhões já assegurados pelos parlamentares, seriam necessários mais R$ 5 bilhões. “O dinheiro que consta no Orçamento não dá para todo mundo. Se não avançarmos, vamos sentar com as categorias e pensar seriamente em uma paralisação nacional a partir de abril”, explicou o sindicalista. Pelos cálculos apresentados às entidades de classe, todos os reajustes salariais prometidos em 2007 custariam R$ 6 bilhões. Ao longo do mês de março, os servidores tentarão buscar a ratificação dos acordos assinados e a formalização de outros que estavam em andamento, mas que ainda esperavam por recursos. “Estamos atentos a um possível recuo por parte do governo”, reforçou Costa. Na marcha que será organizada pela Condsef a expectativa é reunir 7 mil pessoas. Sem mágica O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, monitora a situação do funcionalismo com atenção especial. Apesar de ter sido orientado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a negociar até o limite, Bernardo não está disposto a extrapolar os gastos com pessoal, nem é simpático à idéia. Ao próprio Lula, o ministro disse que não é possível fazer mágica com o Orçamento e que a folha de funcionários precisa respeitar limites. Outros ministros devem assumir a mesma postura, ou seja, vão se reunir com as categorias e ouvir todas as queixas dos servidores, mas sem ceder a qualquer custo. As demandas salariais mais delicadas atingem os ministérios do Meio Ambiente, Fazenda, Agricultura, Saúde, Ciência e Tecnologia, Cultura, Transportes e Justiça. Os trabalhadores reivindicam, entre outros, a contratação de pessoal, a reestruturação de tabelas salariais e a revisão ou inclusão de alguns benefícios. Internamente, os sindicatos avaliam que as dificuldades que rondam a agenda de negociações 2008 são enormes. Nas bases, no entanto, os líderes reforçam táticas de confronto, deixando sempre como opção a greve. Nos bastidores, a tática é outra: prevalece o bom senso e os representantes sindicais se esforçam para conciliar os interesses das categorias à pouca folga da União em abrir o caixa. Embora não admitam em público, alguns setores do funcionalismo concordam em deixar para 2009 acordos que deveriam vigorar agora. Em parte, isso se deve às dificuldades de se organizar uma paralisação de fôlego nacional em um momento de grande popularidade do governo Lula. No ano passado, sem grande sucesso, houve algumas tentativas de unir as categorias mais fortes do funcionalismo.MemóriaConversas congeladas --> --> -->Desde o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), em janeiro, o governo federal colocou em banho-maria acordos e pré-acordos fechados ou em andamento com cerca de 30 setores do funcionalismo. As contas que viabilizariam os aumentos salariais tiveram de ser refeitas porque a União, tão logo o imposto foi extinto, deixou de embolsar R$ 40 bilhões. Apesar das negociações com o Ministério do Planejamento não terem sido interrompidas, algumas categorias se anteciparam e iniciaram pressões sobre o Executivo. Com medo de ficar sem reajuste em 2008, servidores do Banco Central e da Receita Federal saíram na frente e começaram a se mobilizar. Os advogados públicos (procuradores, defensores e advogados da União) foram além, radicalizaram, e no dia 17 do mês passado decidiram parar por tempo indeterminado — greve que se mantém até agora. A partir do início deste mês, tudo passou a girar em torno do Orçamento. Como o Congresso Nacional ainda discute cortes ao plano de gastos previstos para este ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva orientou os ministros da área econômica a congelarem as conversas com os sindicatos. Há cerca de duas semanas, os parlamentares da Comissão de Orçamento anunciaram a estimativa de gastos extras com a folha de pessoal. O relator José Pimentel (PT-CE) reservou R$ 3,4 bilhões para aumentos a civis e militares e para a realização de concursos públicos.  

Leia mais

ico-fce-1248498586fd276f5178b4d3f2b7aa20.jpg ico-you-90c6251d1ea816aae592005c0d5e6892.jpg ico-flk-ec51aca45a2791d46190d2eadacb4464.jpg

SCLN 110, Bloco C, Loja 69/79 - Brasília - DF - (61) 2107-5000 - CEP: 70.753.530

© Unacon Sindical 2015. Todos os direitos reservados.

Desenvolvimento: Felipe Lacerda Soluções Web