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Servidores da CGU cobram o comprometimento dos dirigentes

18/03/2008 às 00:00

Servidores da CGU cobram o comprometimento dos dirigentes

                       Os servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) em Brasília se reuniram hoje (18) para protestar contra a falta de definição da campanha salarial da categoria. Durante a paralisação diária que vem sendo promovida pelos analistas e técnicos de Finanças e Controle, houve cobrança de posicionamento da direção da CGU e da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Os AFCs e TFCs querem que os dirigentes dos órgãos participem mais ativamente  - e em favor dos servidores - na negociação salarial da categoria com o governo.             Durante o movimento, os servidores reafirmaram a disposição de lutar pela equiparação salarial com as carreiras do Fisco. O posicionamento já tem o apoio dos servidores da CGU em 10 estados.             O AFC Franklin Brasil, da CGU do Mato Grosso - que está em Brasília para acompanhar as negociações –, questionou o posicionamento do Ministério do Planejamento. “Que governo é esse que apregoa aos quatro ventos o combate incansável à corrupção, o fortalecimento do Controle e a transparência dos gastos públicos, mas não trata com respeitos os servidores que dão o sangue executar estas atividades?”, indagou durante o movimento. O diretor de Política de Classe e Defesa Profissional da UNACON, Leonardo Castro, defendeu o Controle Interno, demonstrando a complexidade das atribuições da carreira, a alta qualificação dos seus quadros e a necessidade de valorização dos servidores da CGU.             O presidente da UNACON Regio do Rio Grande do Sul, Rudinei Marques, confirmou a importância do movimento dos servidores. “A hora da mobilização é agora. Nos próximos dias, o governo federal estará finalizando a negociação com as carreiras de Estado e precisamos estar unidos, vigilantes e mobilizados em torno dos eixos de nossa campanha salarial”, disse.             Amanhã, 19 de março, os servidores farão um arrastão no prédio da CGU para coletar assinaturas a uma carta aberta que será entregue ao ministro do Controle e da Transparência, Jorge Hage.

Regional do Maranhão convoca servidores para assembléia

17/03/2008 às 00:00

Regional do Maranhão convoca servidores para assembléia

            O presidente da UNACON Regio do Maranhão, Stanley Sá de Carvalho, convoca todos os servidores da carreira Finanças e Controle do estado a participarem de assembléia geral extraordinária hoje, 17 de março, às 15h, na sede regional da Controladoria-Geral da União. Durante a plenária serão debatidos os indicativos sugeridos pela direção nacional, como a realização de paralisações e a decretação de greve caso o governo não apresente proposta para a carreira.             Confira, abaixo, a íntegra da convocação para a assembléia:   Regional Maranhão   EDITAL DE CONVOCAÇÃO       O Presidente da UNACON RÉGIO MARANHÃO no uso de suas atribuições, e tendo em vista as negociações salariais da Carreira Finanças e Controle, em curso, resolve:   1. Convocar Assembléia Geral Extraordinária, dia 17/03/2008, às 15:00 horas, no Edifício Sede da Controladoria-Geral da União no Estado do Maranhão, situado na Av. dos Holandeses, Quadra 35, Lotes 8/9, Calhau, CEP: 65071-971 - São Luís (MA), para deliberação/aprovação dos pontos abaixo relacionados:   a)  Realização de Paralisações por 24 horas, a cada 48 horas, a partir do dia 18/03 até o dia 24/03, data em que, caso o governo não atenda aos três eixos de reivindicação da categoria, a carreira Finanças e Controle decretará Greve por tempo indeterminado;   b) Realização de Assembléia Geral Nacional para deliberação sobre 2 (dois) itens: a) Decretação de Greve no dia útil seguinte ao da apresentação de proposta formal ao grupo FISCO e também, caso aprovada a Greve, b) instituição de Fundo de Greve, no valor de 1% para os filiados e 2% para os não-filiados, com destinação de uso prioritário para ações de comunicação e cobertura de ressarcimento salarial em caso de corte de ponto (as regras de realização dessa Assembléia devem observar os dispositivos da Lei 7.783/89 – Lei de Greve e subsidiariamente conforme estabelece o Estatuto da entidade).   c) Nenhuma ação a ser implementada.   Tendo em vista que as negociações envolvem associados e não associados, ficam convidados todos os servidores da CGU, inclusive os não filiados à UNACON para participarem da AGE supracitada.     São Luís, 14/03/2008.     Stanley Sá de Carvalho Presidente Regional da UNACON/MA  

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Presidente da UNACON divulga linhas de ação

17/03/2008 às 00:00

Presidente da UNACON divulga linhas de ação

  A direção da UNACON Nacional formulou as linhas de ação referentes à campanha salarial da carreira. As sugestões apresentadas devem ser deliberadas pelos servidores de todo o país, por meio de assembléias regionais, como sugere o documento divulgado pelo presidente da entidade, Fernando Antunes. A direção nacional também divulga uma tabela de valores para apreciação da categoria. Leia, a seguir, a íntegra do documento divulgado pela direção nacional. Para acessar a tabela de valores salariais, clique no link abaixo. Aos Presidentes das UNACON Regio, Considerando o interesse de todos nós em concluir a negociação salarial que se arrasta a meses; Considerando as diversas propostas que têm sido apresentadas à Direção Nacional; Considerando a apresentação da tabela salarial recentemente apresentada ao Grupo Fisco, ainda sem um calendário de implementação; Apresentamos abaixo duas linhas de ação para deliberação em Assembléia: A categoria entende que é necessário aguardar o fechamento da proposta com o Grupo Fisco, para então, apresentar proposta para o Governo; ou A UNACON deverá apresentar, na próxima reunião com o Governo, proposta idêntica à já apresentada ao Grupo Fisco, inclusive com os mesmos valores e reenquadramentos, conforme tabela em anexo. Se a categoria aprovar a ação 1, deverá deliberar sobre os seguintes mecanismos de mobilização: Manter a mobilização de 1 hora por dia; Desmobilizar até a apresentação da proposta da RFB; Realizar paralisações de um dia por semana. Se a categoria aprovar a ação 2, a Direção Nacional propõe o seguinte calendário: Terça-Feira (18/03): Apresentação da proposta ao Governo com prazo de 48 horas para aprovação ou apresentação de contra-proposta; Quarta-Feira (19/03): Dia Nacional de Mobilização da Carreira Finanças e Controle; Publicação de Edital de Convocação para AGN – Assembléia Geral Nacional, a realizar-se dia 24/03; Quinta-Feira (20/03): Rodada de negociação com o Governo para avaliação da proposta da UNACON; Segunda-Feira (24/03): Assembléia Geral Nacional para apreciação da proposta do Governo, com indicativo de decretação da Greve Geral a partir de 26/03/08, se for o caso. OBSERVAÇÕES RELEVANTES: Se a categoria decidir pelo indicativo nº 1, a Direção Nacional continuará fazendo gestões junto ao governo a fim de possibilitar o atingimento da isonomia com Fisco, entretanto, aguardará o encerramento das negociações com o Fisco para apresentar proposta ao governo; Caso a categoria decida pelo indicativo nº 2, a Direção Nacional alerta para os riscos de que o grupo Fisco feche acordo com o governo com proposta superior ao conquistado pela UNACON, motivo pelo qual a categoria assume o risco de não obter a isonomia; As Assembléias Gerais realizadas pela Entidade deverão observar contagem unitária dos votos, e o mapa de apuração e a Ata com a assinatura de todos os participantes, deverão ser encaminhados à Direção Nacional por meio de fax, tão logo se conclua a reunião; As decisões da Categoria serão tomadas por meio de voto unitário, contabilizado em todo o país, voto a voto, tornando-se vencedora a proposta que obtiver a maioria dos votos dos presentes. FERNANDO ANTUNES PRESIDENTE NACIONAL DA UNACON

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Reajuste para quase 800 mil

14/03/2008 às 00:00

Reajuste para quase 800 mil

O governo decidiu acertar as contas com o funcionalismo e enviará ao Congresso Nacional até o fim da próxima semana uma medida provisória (MP) que reajusta os salários de cerca de 800 mil servidores públicos federais de pelo menos 10 categorias. No contracheque, o ganho será de até 137,28% , dependendo da carreira, do nível funcional e do perfil do servidor. Como há negociações em curso, outros setores ainda poderão ser incluídos na MP. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, avisou, no entanto, que aumentos no atacado e em níveis tão elevados como os de agora não se repetirão nos próximos anos. Divididos em parcelas, alguns reajustes só terão efeito integral em 2010 e 2011. A maior parte entra em vigor já a partir deste mês. “Os acordos foram mantidos com as categorias, mas negociamos outros prazos”, resumiu Paulo Bernardo. Segundo ele, o impacto financeiro estimado é de R$ 2,1 bilhões. A reserva total da União no Orçamento 2008 para modificar salários dos servidores é de R$ 3,5 bilhões. Quase todas as carreiras ganharão novas estruturas remuneratórias ou gratificações. As categorias contempladas pela MP — e as variações de aumentos — são: professores das universidades federais (20,5% a 61,8%), servidores administrativos da Polícia Federal (11,05% a 101,97%), funcionários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) (17,2% a 57%), servidores do Hospital das Forças Armadas (HFA) (13,37% a 82,42%), agentes de combate a endemias (50,32% e 6,79%), trabalhadores do Ministério da Cultura (10,20% a 87,85%), técnicos administrativos em educação (20,84% a 82,72%), servidores do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE) (27,19% a 106,11%), servidores da Previdência, da Saúde e do Trabalho (37,25% a 137,28%) e fiscais agropecuários (16,4% a 21,5%). Ficaram de fora do pacote os advogados públicos, categoria formada por defensores, advogados da União e procuradores, que estão em greve desde 17 de janeiro, servidores do Banco Central, da Receita Federal e do Tesouro Nacional, além dos militares. “Estamos tratando na base do diálogo. Temos acordos encaminhados e estamos revisando as condições. Basicamente prazos”, completou Bernardo. Em relação aos militares, o ministro disse que espera retomar as conversas com o colega Nelson Jobim, da Defesa, em breve para tentar chegar a um consenso. A MP agradou aos líderes sindicais. Em coro, todos elogiaram a iniciativa, fazendo apenas pequenas ressalvas. “Reconhecemos que foi um avanço. Poderia ter sido melhor, mas foi um avanço”, disse Josemilton Costa, secretário-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (Condsef). Convocados pelo ministro Paulo Bernardo para um encontro ontem as lideranças ligadas ao funcionalismo ouviram atentamente os argumentos do governo. Ao final de duas horas de reunião, comemoraram com aplausos o fim do impasse. Apesar de aliviados, os sindicatos ainda pretendem protestar no dia 26 deste mês. De acordo com a Condsef, uma marcha de servidores virá a Brasília para cobrar melhorias estruturais na máquina pública, mais concursos públicos e um amplo debate sobre planos de carreira. Os 10 setores --> --> -->Aumentos serão escalonados e vão beneficiar as seguintes categorias Professores das universidades federais Administrativos da Polícia Federal Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) Hospital das Forças Armadas (HFA) Agentes de combate a endemias Ministério da Cultura Técnicos administrativos em educação Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE) Servidores da Previdência, da Saúde e do Trabalho Fiscais agropecuários --> --> --> --> --> --> --> --> --> -->

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Servidores devem prestar contas sobre evolução patrimonial

14/03/2008 às 00:00

Servidores devem prestar contas sobre evolução patrimonial

Os servidores públicos do Poder Executivo Federal devem apresentar prestação de contas sobre a evolução de seu patrimônio pessoal. O prazo para entrega dos documentos encerra no dia 15 de maio. A medida atende à determinação da portaria interministerial MP/CGU n.º 298 de 6/9/2007, publicada no DOU de 11 de setembro de 2007. A portaria estabelece que todos os agentes públicos, entre servidores efetivos e ocupantes de cargos em comissão, diretores e empregados de empresas estatais, e também contratados por tempo determinado devem autorizar cópia da Declaração de Imposto de Renda ou apresentar uma Declaração de Bens e Valores. O servidor pode optar por autorizar as cópias, por meio eletrônico, da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF), entregue à Receita Federal do Brasil. Uma vez assinada a autorização, não é necessário repetir o procedimento nos próximos anos. Outra opção prevista na portaria é a de o servidor apresentar, anualmente e em papel, Declaração de Bens e Valores que compõem o seu patrimônio privado. Depois de recebida, a declaração será arquivada no Serviço de Pessoal competente. Somente servidores dos órgãos de controle interno e externo terão acesso às informações, para fins de análise da evolução patrimonial do agente público. Para autorizar a cópia do Imposto de Renda ou preencher a declaração de bens, os servidores federais devem procurar a unidade de gerenciamento de recursos humanos do órgão em que trabalham.

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Servidores de Mato Grosso divulgam manifesto

14/03/2008 às 00:00

Servidores de Mato Grosso divulgam manifesto

            Os servidores da Controladoria-Geral da União no estado do Mato Grosso divulgaram manifesto onde repudiam a atitude do governo em relação às negociações salariais. De acordo com o documento, o governo demonstra desrespeito e desprezo aos servidores da carreira Finanças e Controle.             Confira, abaixo, a íntegra do manifesto.     MANIFESTO DE REPÚDIO     Os Técnicos e Analistas de Finanças e Controle de Mato Grosso repudiam veementemente a atitude do Governo em não negociar claramente com a carreira. A ausência de proposta para AFC e TFC, após longos meses de reuniões e espera, demonstra total desrespeito e desprezo com servidores que desempenham uma das missões mais importantes do país: o combate à corrupção e o controle das despesas da União. É absolutamente contraditório um Governo que tanto tem procurado mostrar empenho no aperfeiçoamento do controle dos gastos públicos, no combate aos desvios e aos desmandos, deixar de lado os servidores que fazem esse trabalho, em detrimento de outras carreiras, principalmente que cuidam da arrecadação. Qualquer governo que decida investir contra a corrupção precisa dar, no mínimo, o mesmo tratamento a essa área que aquele tratamento dado ao controle de receitas. Do contrário, tudo que teremos é discurso vazio. Que motivação teremos nós, da CGU e da STN, para desempenhar com dedicação e comprometimento, as duras e complexas ações que desenvolvemos, se o Governo demonstra tão pouca atenção ao nosso trabalho? É contra isso que nos revoltamos. Por tudo isso, exigimos que o Governo apresente proposta condizente com o papel que desempenhamos para o Estado brasileiro. Não aceitamos ganhar menos que a Polícia Federal, que a AGU ou que o Grupo Fisco. Também somos carreira típica de Estado e queremos tratamento igualitário. É só isso que exigimos. Respeito e consideração. A mesma que as outras carreiras estão tendo. Para que isso seja atingido, estamos dispostos a lutar com a mesma força e determinação com que vamos a campo fazer fiscalizações e auditorias, com o mesmo afinco e comprometimento com que enfrentamos sol e chuva, riscos, condições insalubres, estradas perigosas, tudo em nome da correta aplicação do dinheiro público. Com essa mesma disposição podemos nos mobilizar para que não sejamos tratados como carreira de segunda categoria. Acreditamos muito no que fazemos e sabemos que não somos menos importantes que nenhuma outra carreira. Vamos até onde for necessário para fazer valer essa convicção.   Servidores CGU-MT

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Direção Nacional divulga indicativos para votação em assembléia

14/03/2008 às 00:00

Direção Nacional divulga indicativos para votação em assembléia

            A direção nacional da UNACON definiu os indicativos que devem ser deliberados entre os servidores da carreira Finanças e Controle em todas as regionais da entidade que promoverem assembléias. Os pontos elencados são os mesmo que foram debatidos nas plenárias realizadas ontem (13) na Controladoria-Geral da União (CGU) e na Secretaria do Tesouro Nacional (STN) em Brasília.             Confira, abaixo, a íntegra do documento:   RUMO À ASSEMBLÉIA-GERAL NACIONAL     1. HISTÓRICO   Desde a criação da Carreira Finanças e Controle, em 1987, nossa remuneração sempre guardou relação direta com as Carreiras do Fisco. Nos últimos anos tem sido mantida uma diferença salarial a favor do Fisco que resulta numa constante e crescente evasão de servidores da CFC. Por conta desse fato a categoria (CGU/STN) elegeu como ponto prioritário na campanha salarial 2007/2008 a obtenção do mesmo tratamento remuneratório atribuído ao grupo Fisco. Além disso, também consta na pauta prioritária a reorganização do cargo de TFC, porque a Carreira CFC é a única carreira Típica de Estado que ainda tem em sua estrutura cargos de NS e NM, coisa já resolvida também no grupo Fisco.     2. CONJUNTURA   A aprovação do Orçamento-Geral da União para 2008 é o fato determinante que fará com que as negociações salariais dos servidores do Poder Executivo Federal, iniciadas em julho de 2007, sejam concluídas nas próximas semanas (até o final de março/08). Esse processo já está fechado para a maioria dos servidores federais, faltando encerrar negociações com os grupos: Gestão, Advocacia, Fisco, Bacen. Tendo em vista que nossa luta é pela EQUIPARAÇÃO com o grupo Fisco e que ainda não há proposta formal para eles (dispomos de informações que no dia 14/03/08 ocorrerá apresentação formal; mantemos contatos freqüentes com as entidades representativas do Fisco) precisamos calibrar a luta para obtermos uma proposta formal imediatamente após apresentação ao Fisco. A decisão sobre o atendimento total ou parcial de nossas reivindicações decorre de um colegiado de autoridades que abrange (Fazenda; Planejamento e Casa Civil).     3. INDICATIVOS   3.1       Ampliar o processo de mobilização diária de 1 para 2 horas (de 15 às 17 horas), com realização de Assembléias no local de trabalho no dia 19/03;   3.2       Realização de Assembléia Geral Nacional para deliberação sobre 2 (dois) itens: a) Decretação de Greve no dia útil seguinte ao da apresentação de proposta formal ao grupo FISCO e também, caso aprovada a Greve, b) instituição de Fundo de Greve, no valor de 1% para os filiados e 2% para os não-filiados, com destinação de uso prioritário para ações de comunicação e cobertura de ressarcimento salarial em caso de corte de ponto (as regras de realização dessa Assembléia devem observar os dispositivos da Lei 7.783/89 – Lei de Greve e subsidiariamente conforme estabelece o Estatuto da entidade);   3.3       Criação de Comissões de Servidores (STN; CGU e Estados) para agir na mobilização com a UNACON e, caso aprovado, decidir o uso do Fundo de Greve; e   3.4       Propor às entidades do Grupo Fisco um calendário unificado de luta conjunta.     .............................................. DESTAQUE AQUI ..........................................................     4. VOTAÇÃO          (    ) CGU/DF         (   ) CGU/______          (    ) STN           (   ) OUTRO SETOR     Nome _______________________________ email _______________________________       Aprovo  (  ) Todos os Indicativos  ou APENAS  (  )3.1  (  ) 3.2  (  ) 3.3  (  ) 3.4    (   ) NENHUM  

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Comissão de servidores envia carta ao secretário Arno Augustin

13/03/2008 às 00:00

Comissão de servidores envia carta ao secretário Arno Augustin

            A Comissão de Representantes da Carreira de Finanças e Controle no Tesouro Nacional esteve reunida com o secretário da STN, Arno Augustin, na última sexta-feira, 7 de março. O encontro foi marcado após entrega de uma carta, elaborada pelos servidores, que destacou a importância da carreira Finanças e Controle frente às outras carreiras de Estado, e afirmou o desejo da categoria pela equiparação salarial.             Confira a íntegra do documento.               Senhor Secretário do Tesouro Nacional,               Diante do andamento das negociações salariais recentes entre o Governo Federal e outras carreiras como a Polícia Federal e Receita Federal e, considerando a postura dos negociadores do Governo relativa às demandas da carreira de Finanças e Controle, queremos registrar nossa preocupação, assim como indagar: somos servidores de 2ª linha? Acreditamos que não somos servidores de 2ª linha. Somos tão importantes e necessários para o bom funcionamento do Estado quanto a Receita Federal do Brasil. Os resultados de nosso trabalho são profundos e significativos, pois se espalham por toda a sociedade brasileira. Dentre outras, desempenhamos as seguintes funções:   - gerimos a conta única do Tesouro Nacional, garantindo movimentações financeiras que alcançam a média diária de R$ 15 bilhões. No ano de 2007 os recursos descentralizados aos diversos órgãos federais alcançaram R$ 460 bilhões e as transferências de recursos a Estados e Municípios totalizaram R$ 105 bilhões;   - atuamos na viabilização de programas essenciais do governo, como incentivos à habitação popular, fomento ao setor agrícola, dentre outros, contribuindo para que, mesmo diante das restrições de recursos, seja possível encontrar maneiras de concretizar essas ações;   - gerenciamos a dívida pública federal, cujo estoque atual está em torno de R$ 1,3 trilhão. Captamos mensalmente uma média de R$ 45 bilhões em recursos e efetuamos pagamentos de títulos em torno de R$ 33 bilhões ao mês. A melhoria conseguida no perfil da dívida pública permitiu que apenas em 2007 economizássemos cerca de R$ 60 bilhões com o pagamento de juros, o que pavimentou o caminho para que neste governo possamos atingir o grau de investimento no mercado internacional, que ajudará a diminuir ainda mais o custo de captação de recursos não somente para o governo federal, mas também para empresas privadas, contribuindo para o aumento do investimento;   - administramos mais de R$ 500 bilhões em ativos financeiros que permitem a redução na dívida líquida do governo e geraram, só em 2007, fluxo de R$ 33 bilhões para o caixa do governo;   - acompanhamos os programas de investimento do PAC, que está permitindo ao país construir a infra-estrutura necessária ao nosso crescimento econômico e à conseqüente melhoria social, cujos recursos envolvidos são da ordem de R$ 570 bilhões;   - acompanhamos/gerenciamos vários fundos públicos, cuidando para que seus recursos sejam investidos nas finalidades às que se destinam, notadamente as sociais, evitando a geração de passivos contingentes que possam comprometer a situação fiscal da União;   - assessoramos os Estados e Municípios para que possam alcançar posição fiscal consolidada, atuando, inclusive, no processo de liberação de fontes de financiamento para esses entes, cujo valor acumulado desde 2001 alcança R$ 15,4 bilhões;   - coordenamos e definimos diretrizes de contabilização para todas as esferas do setor público, por meio do SIAFI, promovendo a transparência no uso do dinheiro público para o cidadão brasileiro.   Ou seja, nosso trabalho é de extrema relevância e as melhorias conseguidas na situação econômica do país certamente são, em muito, frutos da seriedade e da qualidade do trabalho desenvolvido pelos servidores de carreira na Secretaria o Tesouro Nacional. Mas o governo parece não concordar com isso: nosso salário atualmente é 83,5% do salário dos auditores da Receita Federal. Entendemos que esta discrepância resulta tão somente do diferencial do poder de pressão entre as carreiras e não refletem um planejamento cuidadoso, fundamentado em uma visão do todo e de longo prazo relativamente às carreiras de Estado. É absolutamente injustificável sermos tratados como servidores de segunda linha. Tal tratamento provoca o esvaziamento da carreira, seja pela alta evasão observada, seja pela desmotivação e perda de auto-estima dos servidores que ficam. Diante disso, não ficaremos parados. Nós, os servidores da Carreira de Finanças e Controle em exercício nesta Secretaria, constituímos uma Comissão de Representantes, cujo objetivo é coordenar ações de revalorização do órgão e da carreira e ser canal permanente de interlocução entre os dirigentes do Tesouro e os seus servidores. As nossas ações abrangem certamente negociações salariais, mas vão além, visto que o nosso objetivo principal é a valorização permanente da nossa carreira e da Secretaria do Tesouro Nacional, de forma a evitar a evasão de servidores qualificados para outras carreiras e a perda de importância do órgão. Acreditamos ser possível a reversão deste quadro, restabelecendo a paridade salarial permanente entre a Carreira de Finanças e Controle e a Carreira do Fisco. É para isso que queremos iniciar o diálogo com o Secretário do Tesouro Nacional e com os Secretários-Adjuntos, aos quais solicitamos o apoio ao nosso pleito e a transmissão deste apoio aos responsáveis pela decisão da questão salarial. Dessa maneira, solicitamos uma reunião com o Secretário do Tesouro Nacional para iniciar o diálogo a respeito das negociações salariais que estão em curso.     Comissão de Representantes da Carreira de Finanças e Controle no Tesouro Nacional      

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