Facebook Youtube Flickr
Notícias
UNACON presta homenagem aos servidores da carreira

24/01/2008 às 00:00

UNACON presta homenagem aos servidores da carreira

            Hoje, dia 24 de janeiro, é comemorado o Dia Nacional do Aposentado. A data foi instituída pela Lei 6.926, de 30 de junho de 1981, e faz referência ao dia em que o então presidente Artur Bernardes, em 1923, sancionou a primeira lei de previdência social – que criava uma caixa de aposentadoria e pensões para os funcionários das empresas de estrada de ferro do Brasil.             A UNACON presta homenagem a todos os servidores aposentados da carreira Finanças e Controle e chama a atenção para a injustiça de rotulá-los como inativos. “Aposentar hoje significa início de uma nova etapa da vida de uma pessoa. Rotular o aposentado como ‘inativo’ é injusto, pois sabemos que cresce a cada dia o número de aposentados que continuam trabalhando, ajudando os filhos, netos e, até mesmo, sustentando a família”, afirma a secretária-geral da entidade, Márcia Uchôa. Ela destaca a atuação dos servidores aposentados junto à UNACON, ocupando cargos de dirigentes e desenvolvendo importantes ações em prol da carreira. Segundo Márcia Uchôa, o Brasil está envelhecendo e o número de aposentados cresce a cada dia. “Nossos aposentados buscam seu direito conquistado de anos de trabalho, seja ele o descanso ou o direito de exercer uma nova atividade. Por isso, neste dia nós, da Diretoria Nacional da UNACON e do SINATEFIC, parabenizamos todos os aposentados por suas conquistas e pela vitalidade com que encaram novos desafios.”  

Negociação com governo reaberta

24/01/2008 às 00:00

Negociação com governo reaberta

Em uma reunião esvaziada, governo e representantes sindicais discutiram ontem o futuro dos reajustes dos servidores públicos em 2008. Com planilhas de gastos em mãos, técnicos do Ministério do Planejamento informaram aos representantes dos trabalhadores que, enquanto os cortes orçamentários não forem anunciados, será impossível definir quando e como as promessas feitas no ano passado serão cumpridas. O recado foi entendido parcialmente pelos sindicatos, que, apesar dos sinais contrários, deixaram o encontro otimistas. Pela primeira vez desde o fim da cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), governo e servidores ficaram frente a frente. Os sindicalistas ouviram que sem os R$ 40 bilhões de arrecadação garantidos pelo imposto do cheque a folga para honrar os acordos firmados com o funcionalismo em 2007 acabou. Por essa razão, o governo reavalia o cronograma de aumentos salariais acertado até dezembro último. A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), entidade que tem em sua base cerca de 700 mil servidores, comemorou o fato de o governo ter se comprometido a dar continuidade às negociações. Não houve garantias, no entanto, de que tudo o que ficou acordado será implementado integralmente. A Condsef fará assembléias em fevereiro, quando os servidores decidirão por entrar ou não em greve geral. O reajuste do funcionalismo mereceu comentários até do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a primeira reunião ministerial do ano, realizada ontem. A seus principais auxiliares, Lula chamou a atenção para o equilíbrio das contas públicas, mas sinalizou que os ministros não devem perder de vista o entendimento feito com as categorias. “Não estamos acabando com o diálogo nem com a negociação. Não vamos desrespeitar os acordos, mas não podemos desconhecer que o fim da CPMF trouxe um fato novo. Todos têm de saber que ministro não é líder sindical”, afirmou o presidente. Já o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, ressaltou que os reajustes serão decididos a partir da nova configuração orçamentária. Bernardo, que vem assumindo uma postura de cautela toda vez que trata do assunto, apelou para a compreensão dos colegas. “Não temos como implementar aumento de despesa de pessoal, que é uma despesa permanente, sem restaurar o equilíbrio do Orçamento”, explicou. Paralisação é ilegal --> --> -->Atendendo a um pedido de liminar da Procuradoria Regional da União (PRU), a Justiça Federal considerou ilegal a greve dos advogados públicos. A juíza em exercício da 16ª Vara Federal do Distrito Federal, Iolete Maria de Oliveira, ressaltou que o interesse público deve ser preservado e que não pode haver dano a serviços essenciais. A juíza advertiu para a “possibilidade de danos de difícil reparação, potencialmente causados pela perda dos prazos judiciais e a conseqüente devolução de processos às respectivas chefias”. O Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal, que congrega as entidades que representam advogados da União, procuradores federais e defensores públicos, recorrerá da decisão. As lideranças informaram que a paralisação continuará por tempo indeterminado até que o governo cumpra o acordo de reajuste salarial assinado no ano passado. As categorias reivindicam aumento entre 20% e 30% até 2009. A greve teve início na última quinta-feira, dia 17, e já compromete o andamento de processos envolvendo a União. --> --> --> -->

Leia mais

Paulo Bernardo afirma que não haverá reajuste para o funcionalismo

23/01/2008 às 00:00

Paulo Bernardo afirma que não haverá reajuste para o funcionalismo

Cortes serão feitos com bisturi, e não com facão, reage ministro Paulo Bernardo reitera suspensão de reajustes e diz que corte será em custeio Na tentativa de rebater críticas quanto à capacidade do governo de efetivamente fazer um corte de R$ 20 bilhões nas despesas públicas, o ministro Paulo Bernardo (Planejamento) disse que o ajuste do Orçamento não pode ser feito de forma linear. Segundo ele, não haverá reajuste aos servidores."Muitas vezes as pessoas acham que estamos demorando. Mas não dá para cortar com facão, tem que ser com bisturi para não sairmos decepando. Na verdade, estamos reconstruindo o Orçamento", disse.Bernardo voltou a falar que os cortes vão ocorrer no custeio (gastos com compras, aluguéis e viagens) e nos investimentos tidos como não-prioritários. Também disse que permanecem cancelados os reajustes dos servidores.Em relação à ameaça de greve feita por algumas categorias, o ministro salientou que não há condições de o governo federal honrar compromissos de aumento salarial negociados anteriormente e que as normas legais que regem greves deflagradas por categorias do serviço público serão cumpridas.Hoje, diretores da Condsef (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Serviço Público Federal) se reúnem com o secretário de recursos humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva, para discutir o reajuste dos servidores. A confederação representa mais de 700 mil servidores.

Leia mais

Cartões do governo pagam até despesas em joalheria

23/01/2008 às 00:00

Cartões do governo pagam até despesas em joalheria

Ministra da Igualdade Racial, por exemplo, gasta R$ 461 em free shop e diz que se enganouPortal do governo mostra que instrumento indicado para gastos "emergenciais" foi usado em choperia e loja de instrumentos musicais Os cartões de crédito corporativo do governo federal, indicados para gastos "emergenciais", como a compra de material, prestação de serviços e diárias de servidores em viagens, foram usados em 2007 para pagar despesas em loja de instrumentos musicais, veterinária, óticas, choperias, joalherias e em free shop, conforme dados do Portal da Transparência, site do próprio governo.Os responsáveis pelas compras afirmaram que a prática é legal e todas as compras eram necessárias. Não foi o que aconteceu com a ministra Matilde Ribeiro (Igualdade Racial), que pagou despesa de R$ 461,16 em um free-shop em outubro do ano passado. Alertada pelo ministério, ela reconheceu o "engano" e afirmou ter ressarcido o valor à União só neste mês.Os gastos nesses estabelecimentos, alguns irrisórios, foram feitos por funcionários e pelos próprios ministros. No ano passado, toda a máquina federal gastou R$ 75,6 milhões com o cartão de crédito corporativo, aumento de 129% em relação aos gastos de 2006. A elevação se deve pelo fato de ter aumentado o uso do cartão que, segundo a CGU (Controladoria Geral da União), é mais transparente e fácil de fiscalizar.Apesar de os gastos serem "emergenciais", o Ministério do Trabalho pagou R$ 480 para consertar um relógio importado numa joalheria de Brasília.O ministro dos Esportes, Orlando Silva, gastou R$ 468,05 no restaurante Bela Cintra, nos Jardins. O valor médio da refeição lá é de R$ 150 por pessoa. Não consta da agenda do ministro na internet nenhuma atividade na data (25 de setembro). Sua assessoria, contudo, enviou à Folha agenda que assegura ser a do dia, quando Silva estaria em São Paulo. Disse que a ausência da programação no site do ministério se deve a "problemas de atualização".Orlando Silva usou o cartão em outros restaurantes: R$ 198,22 em uma churrascaria na capital paulista, em 22 de outubro, quando também não havia nenhuma atividade em sua agenda na internet. No mesmo dia, segundo o portal da Transparência, há o registro de outro gasto com restaurante: R$ 217,80 no francês Le Vin Bistro, também no Jardins. A assessoria informou que os gastos ocorreram em dias diferentes, quando o ministro cumpria agenda em São Paulo.No dia 29 de junho de 2007, quando a agenda de Orlando Silva informa que ele iria "despachar internamente", o extrato de seu cartão mostra gasto de R$ 196,23 em uma churrascaria na capital fluminense.Já o ministro Altemir Gregolin (Pesca) gastou em julho passado R$ 70 na choperia Pingüim, em Ribeirão Preto (SP). Ele, contudo, justifica que foi ao local jantar, e que não consumiu bebidas alcóolicas. Os dados disponíveis na internet não descrevem os itens consumidos. O ministro tinha uma agenda oficial na cidade.O Sipam (Sistema de Proteção da Amazônia), órgão ligado à Presidência, pagou compra de R$ 80 em uma loja de instrumentos musicais no centro de Porto Velho (RO). Em Porto Alegre, funcionários da Empresa de Trens Urbanos, que tem a União como acionista majoritária, gastaram R$ 209,99 em uma veterinária, R$ 630 em uma loja de eletrodomésticos, R$ 1.178 em duas óticas e R$ 695 em uma floricultura.As despesas com cartões corporativos vêm aumentando desde sua criação, em 2001. Eles substituem as contas "tipo B", quando um servidor recebe o dinheiro e depois presta contas. Essas contas ainda são usadas -em 2007, os gastos com elas chegaram a R$ 101,3 milhões, valor superior ao dos cartões (R$ 75,6 milhões).

Leia mais

770 mil servidores podem entrar em greve por reajuste

22/01/2008 às 00:00

770 mil servidores podem entrar em greve por reajuste

A reunião que os representantes do funcionalismo terão amanhã com o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvainer Paiva Ferreira, deve definir os rumos de sua batalha salarial. Com as negociações paradas desde o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), os 770 mil servidores de 28 setores representados pela Confederação Nacional de Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) podem entrar em greve.Mas, segundo o diretor da entidade, Sérgio Ronaldo da Silva, isso "só acontece se o governo quiser". Os servidores do Ministério da Cultura, do Hospital das Forças Armadas e do Banco Central firmaram acordos de reajuste com o governo antes do fim da CPMF. Agora, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou que não haverá negociação salarial enquanto o Orçamento não for adequado às perdas. Outros três setores já haviam recebido proposta oficial do governo e aguardavam sua ratificação.Todas as negociações giravam em torno de aumentos que, no mínimo, repusessem a inflação em 2008 e nos dois anos seguintes. O Plano Geral de Cargos do Poder Executivo, que baliza os salários e benefícios na maioria dos setores do funcionalismo federal, também estava em negociação e com o fim da CPMF ficou em suspenso.CHOQUE"Nossa pretensão é continuar dialogando, a greve seria o nosso último recurso", afirmou Silva. "Estava tudo em um estágio bem avançado. Ficamos em estado de choque", contou. Na sua avaliação, 2007 foi "o ano dos salários congelados".Para ele, a perda de R$ 40 bilhões com o fim da CPMF deveria ser recuperada de outras maneiras, que não prejudicassem o funcionalismo. A Condsef apresentou ao ministério propostas de redução do superávit primário e fim da Desvinculação das Receitas da União (DRU)para a compensação das perdas. "Entre 1997 e 2007, a CPMF arrecadou R$ 216 bilhões, e nada disso foi para manutenção do funcionalismo e concursos públicos."O funcionalismo federal fez greves nos últimos 5 anos. Na maior delas, em 2005, 70% dos servidores representados pela Condsef pararam por três meses. No ano passado, funcionários de órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) fizeram greves de até quatro meses.

Leia mais

ico-fce-1248498586fd276f5178b4d3f2b7aa20.jpg ico-you-90c6251d1ea816aae592005c0d5e6892.jpg ico-flk-ec51aca45a2791d46190d2eadacb4464.jpg

SCLN 110, Bloco C, Loja 69/79 - Brasília - DF - (61) 2107-5000 - CEP: 70.753.530

© Unacon Sindical 2015. Todos os direitos reservados.

Desenvolvimento: Felipe Lacerda Soluções Web