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“Este é só o primeiro grito”, afirma Leão ao Jornal piauiense O Dia

Diretor de finanças do Sindicato participou do Dia Nacional de Protesto em Teresina. CDS antecipou a pauta da reunião para participar do ato realizado na sexta, 10 de novembro

Publicado em 11/11/2017 às 18:16 | Acessos: 102


No dia 10 de novembro, Filipe Leão, diretor de finanças do Unacon Sindical, representou a Diretoria Executiva Nacional (DEN) no Dia Nacional de Protesto realizado na Praça Rio Branco em Teresina, Piauí. Ato contou com a adesão de 100% do Conselho de Delegados Sindicais (CDS). Reunido no estado desde quarta, 8, colegiado antecipou a pauta da reunião para aderir ao movimento contra o desmonte do Estado (saiba mais aqui). Ao jornal O Dia, Leão garantiu: “Este é só o primeiro grito”. Leia, abaixo, a íntegra da notícia.

 

Trabalhadores de Teresina fazem passeata contra Reforma Trabalhista

Diversas categorias e movimentos de juventude se uniram em protesto contra mudanças na legislação que entram em vigor amanhã (11). Passeata protestou diante do prédio do Ministério do Trabalho, na Avenida Frei Serafim

 

Diversas categorias de trabalhadores, partidos e movimentos sociais de Teresina saíram novamente às ruas para protestar contra as reformas do Governo Michel Temer. Mais de 500 pessoas se reuniram na Praça Rio Branco e percorreram as ruas do Centro da capital manifestando indignação principalmente contra a reforma trabalhista, que entra em vigor amanhã (11).

 

O movimento local acompanha a mobilização nacional de trabalhadores contra a reforma, considerada um retrocesso e uma tentativa de desmanche de direitos trabalhistas. Em diversos estados, trabalhadores estão realizando manifestações semelhantes. Filipe Leão, servidor e diretor do Unacon Sindical, entidade que representa os Auditores (AFFC) e Técnicos Federais de Finanças e Controle da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), comenta que apesar de a reforma entregar em vigor já neste sábado, o protesto é um “primeiro grito”.

 

"Os trabalhadores já conseguiram fazer grandes manifestações ao longo do ano, em muitos casos reprimidos com bombas de gás lacrimogênio e tiros, como aconteceu em Brasília, eu estava lá”, disse Felipe Leão. “Hoje estamos reunidos dirigentes sindicais, representando entidades sindicais de todo o país. Acreditamos que não só os trabalhadores da iniciativa pública, mas também da privada e do campo vão sofrer muito com as reformas trabalhista e previdenciária”.

 

O diretor comentou a portaria mudou o conceito legal de trabalho escravo: “É um retrocesso de 200 anos na nossa república. Para ser considerado escravizado, o trabalhador tem que, praticamente, está acorrentado novamente”, disse Filipe.

 

Para o professor Maklandel Aquino, membro do PSOL, o movimento de hoje é uma forma da classe trabalhadora dizer que não está conformada com as reformas. “Por que a CLT foi praticamente rasgada. A questão do negociado, que agora irá se sobrepor ao legislado, nunca esteve fora das possibilidades dos acordos entre patrão e empregado. O que a legislação trabalhista nos garantia ao trabalhador era o mínimo de condição digna de trabalho e de vida”, opina.

 

Diversas entidades sindicais, representando trabalhadores da educação estadual, professores da UESPI, trabalhadores da Agespisa e dos Correios,  radialistas, além de outras categorias e movimentos de juventude, como o RUA e o Mais, participaram da passeata, que percorreu a praça Rio Branco, a praça Bandeira, a praça Pedro II e parou diante do prédio do Ministério do Trabalho, na avenida Frei Serafim.

 

Edição: Nayara Felizardo | Por: Andrê Nascimento

Fonte: jornal O Dia

 

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